Crianças · Adolescentes · Famílias
Seu filho não precisa atravessar isso sozinho. E você também não.
Atendimento psicológico para crianças e adolescentes com a presença de quem cuida. Em vez de procurar o que há de errado em uma pessoa, olhamos para o que acontece entre elas — e treinamos, na prática, o que fazer diferente.
Quando procurar
Se a sua casa anda assim,
você não está exagerando.
Você já tentou conversar, negociar, colocar limite, ceder, ignorar e pesquisar de madrugada. Não funcionou não porque você errou — mas porque, quando um padrão se fecha, todo mundo passa a agir com boa intenção e a receber sempre o mesmo resultado.
A lente — abordagem sistêmica
O sintoma tem endereço, mas raramente tem um único dono.
- A criança não vem para ser consertada Ela não é levada, tratada e devolvida pronta. O que ela expressa costuma dizer respeito a algo que circula entre todos.
- Quem cuida entra junto Pais, mães, avós, padrastos, madrastas, irmãos: participam nas sessões e nas devolutivas, no formato que fizer sentido para cada caso.
- Trabalhamos com o mapa da família Histórias, papéis, alianças, lealdades e repetições entre gerações. É esse desenho que revela por que o mesmo ciclo se repete.
- A mudança se sustenta em casa O que se constrói na sessão precisa caber na rotina real: na hora do jantar, do dever, do celular e da hora de dormir.
As ferramentas — TCC
Entender por que acontece
não basta. Precisa conseguir fazer.
onde o problema se sustenta e quem participa dele sem perceber.
o que praticar na segunda-feira de manhã, com passos combinados e observáveis.
Uso as duas abordagens no mesmo trabalho. As ferramentas da Terapia Cognitivo-Comportamental são adaptadas à idade — com os menores, quase tudo acontece pelo brincar, por desenhos e por histórias.
Pensamento, emoção e ação
A criança descobre que o que ela pensa muda o que sente e o que faz — e que esse caminho pode ser interrompido.
Nomear o que se sente
Vocabulário para a emoção antes que ela vire crise: termômetro da raiva, mapa do corpo, escalas de intensidade.
Detetive do pensamento
“E se der tudo errado?” deixa de ser verdade e vira hipótese a ser investigada, com provas a favor e contra.
Escada da coragem
Exposição gradual para medos, ansiedade e recusa escolar: um degrau de cada vez, combinado antes e no ritmo da criança.
Caixa de ferramentas da crise
Respiração, pausa e estratégias de regulação treinadas fora do momento difícil — para estarem disponíveis dentro dele.
Metas e tarefas entre sessões
Combinamos o que se quer mudar, treinamos em casa e acompanhamos com registros simples. O que muda é o que se pratica.
Para quem cuida: treino parental
Metade do trabalho acontece com os adultos da casa. Não é curso de pais — é ajuste fino do que já se faz.
- Comandos claros: o que funciona melhor do que repetir dez vezes
- Atenção positiva e elogio específico, não genérico
- Consequências previsíveis, combinadas antes e não no calor da hora
- Rotinas visuais e previsibilidade para reduzir o atrito diário
- O que fazer com a própria raiva do adulto durante a crise
Sobre mim
Prazer, sou a Joyce.
Se você chegou até aqui exausta e achando que já deveria saber o que fazer: você não deveria aguardar mais. Ninguém ensina isso a ninguém. Cuidar de uma criança que sofre não é aprender enquanto acontece.
São 15 anos de atuação na Psicologia, hoje dedicados exclusivamente a crianças, adolescentes e suas famílias. Meu trabalho não é apontar culpados, e sim tornar visível o que vocês já vivem sem conseguir nomear. A partir daí, dá para escolher outro caminho.
Trabalho unindo duas abordagens: a sistêmica, para entender o que se repete entre as pessoas, e a Terapia Cognitivo-Comportamental, para transformar esse entendimento em prática — com estratégias concretas para a criança e para quem cuida dela.
- Psicóloga inscrita no CRP 12/26564
- Formação em Terapia Relacional Sistêmica pelo Familiare Instituto Sistêmico, em Florianópolis
- Formação em Terapia Cognitivo-Comportamental pela Wainer Psicologia, de Porto Alegre
- 15 anos de atuação na Psicologia
- Articulação com escolas e com outros profissionais quando o caso pede
- MBA em Gestão de Pessoas pela UFJF, Universidade Federal de Juiz de Fora/MG — base para o trabalho com equipes
Como funciona
Três passos, nessa ordem.
Você não precisa chegar com o problema explicado. Chegar já é o suficiente.
Primeiro contato
Uma conversa pelo WhatsApp: você conta o que está acontecendo, eu explico como trabalho e vemos juntas se faz sentido seguir.
Encontro com os responsáveis
Antes de atender a criança, escuto quem cuida dela. Levantamos a história da família, montamos o mapa das relações e definimos um foco.
Acompanhamento com a família
Sessões combinadas com a criança ou o adolescente, encontros familiares e devolutivas periódicas para revisar o que mudou e o que ainda não.
Temas atendidos
O que costuma chegar
ao consultório.
Crianças a partir de 3 anos
Adolescentes até 18 anos
O que se busca no processo
Não é um filho “sem problema”.
É uma família que consegue conversar.
Cada família tem seu próprio ritmo. O trabalho é conduzido caso a caso, sem promessa de resultado ou prazo — o que existe é acompanhamento, avaliação contínua e clareza sobre o que está sendo feito.
Dúvidas frequentes
Antes de mandar mensagem.
Preciso participar de todas as sessões?
Não. A configuração é combinada de acordo com a idade da criança e com o que o caso pede: há encontros só com a criança, só com os responsáveis e encontros familiares. O que não muda é que quem cuida faz parte do processo.
A partir de que idade você atende?
Atendo crianças a partir de 3 anos e adolescentes até os 18. Com os menores, o trabalho acontece bastante através do brincar e com participação frequente da família.
E se só um dos pais concordar com o atendimento?
Para menores de idade, é necessária a autorização de quem detém a guarda. Quando os responsáveis discordam entre si, isso costuma ser um tema do próprio trabalho — e conversamos sobre como conduzir antes de começar.
O que meu filho adolescente conta fica em sigilo?
Sim. O sigilo é garantido por lei e explicado ao adolescente e aos responsáveis logo no início. Ele só é rompido em situações de risco à vida ou à integridade — e, mesmo nesses casos, o adolescente é informado antes.
Você trabalha com sistêmica ou com TCC?
Com as duas, e elas se complementam muito. Fiz formação em Terapia Relacional Sistêmica no Familiare Instituto Sistêmico, aqui em Florianópolis, e em Terapia Cognitivo-Comportamental na Wainer Psicologia, em Porto Alegre. A leitura sistêmica mostra em que relações o problema se sustenta e por que ele se repete; a TCC oferece as ferramentas práticas — nomear emoções, questionar pensamentos, enfrentar medos por etapas, ajustar rotinas e combinados. Entender sem praticar não muda a rotina, e praticar sem entender costuma durar pouco.
Onde fica o consultório?
No Globo Tower, sala 207 — Rua General Liberato Bittencourt, 1475, Estreito, Florianópolis. O prédio fica na parte continental da cidade. Dependendo do caso, também atendo online.
Atende online?
Sim, em atendimento reconhecido pelo Conselho Federal de Psicologia, com adaptações de acordo com a faixa etária. Com crianças pequenas, avaliamos juntas se o formato online é adequado.
Você conversa com a escola?
No atendimento a crianças e adolescentes, quase sempre — sempre com autorização da família. A escola costuma ser uma das principais fontes de informação sobre a criança e uma parceira importante do processo.
Como funcionam valores e frequência?
Os atendimentos costumam ser semanais, com duração de 1 hora. Valores e formas de pagamento conversamos pelo WhatsApp. A nota fiscal para reembolso de plano de saúde e para a declaração do Imposto de Renda pode ser emitida mensalmente ou a cada sessão — combinamos o que for melhor para você.
Primeiro passo
Me conta o que está acontecendo.
Não precisa de texto pronto nem de diagnóstico. Escreva do jeito que der — eu respondo, explico como trabalho e vemos se faz sentido seguir juntas.
Presencial no Globo Tower, sala 207 — Estreito, Florianópolis · Online para todo o Brasil