Crianças · Adolescentes · Famílias

Seu filho não precisa atravessar isso sozinho. E você também não.

Atendimento psicológico para crianças e adolescentes com a presença de quem cuida. Em vez de procurar o que há de errado em uma pessoa, olhamos para o que acontece entre elas — e treinamos, na prática, o que fazer diferente.

Sistêmica (Familiare) + TCC (Wainer) Presencial no Estreito, Florianópolis Online para todo o Brasil 15 anos de atuação Segunda a sexta, 8h às 19h
vínculo conflito proximidade

Quando procurar

Se a sua casa anda assim,
você não está exagerando.

“Toda noite vira uma batalha na hora de dormir.”
“Ele explode por qualquer coisa e depois pede desculpa chorando.”
“Ela chora todo dia na porta da escola e eu vou trabalhar arrasada.”
“Meu filho parou de falar comigo. Só responde ‘nada’.”
“Os irmãos brigam o tempo todo e eu virei juíza dentro de casa.”
“Depois da separação, nada mais funciona como antes.”

Você já tentou conversar, negociar, colocar limite, ceder, ignorar e pesquisar de madrugada. Não funcionou não porque você errou — mas porque, quando um padrão se fecha, todo mundo passa a agir com boa intenção e a receber sempre o mesmo resultado.

A lente — abordagem sistêmica

O sintoma tem endereço, mas raramente tem um único dono.

  • A criança não vem para ser consertada Ela não é levada, tratada e devolvida pronta. O que ela expressa costuma dizer respeito a algo que circula entre todos.
  • Quem cuida entra junto Pais, mães, avós, padrastos, madrastas, irmãos: participam nas sessões e nas devolutivas, no formato que fizer sentido para cada caso.
  • Trabalhamos com o mapa da família Histórias, papéis, alianças, lealdades e repetições entre gerações. É esse desenho que revela por que o mesmo ciclo se repete.
  • A mudança se sustenta em casa O que se constrói na sessão precisa caber na rotina real: na hora do jantar, do dever, do celular e da hora de dormir.

As ferramentas — TCC

Entender por que acontece
não basta. Precisa conseguir fazer.

A lente sistêmica — Familiare

onde o problema se sustenta e quem participa dele sem perceber.

As ferramentas da TCC — Wainer

o que praticar na segunda-feira de manhã, com passos combinados e observáveis.

Uso as duas abordagens no mesmo trabalho. As ferramentas da Terapia Cognitivo-Comportamental são adaptadas à idade — com os menores, quase tudo acontece pelo brincar, por desenhos e por histórias.

Pensamento, emoção e ação

A criança descobre que o que ela pensa muda o que sente e o que faz — e que esse caminho pode ser interrompido.

Nomear o que se sente

Vocabulário para a emoção antes que ela vire crise: termômetro da raiva, mapa do corpo, escalas de intensidade.

Detetive do pensamento

“E se der tudo errado?” deixa de ser verdade e vira hipótese a ser investigada, com provas a favor e contra.

Escada da coragem

Exposição gradual para medos, ansiedade e recusa escolar: um degrau de cada vez, combinado antes e no ritmo da criança.

Caixa de ferramentas da crise

Respiração, pausa e estratégias de regulação treinadas fora do momento difícil — para estarem disponíveis dentro dele.

Metas e tarefas entre sessões

Combinamos o que se quer mudar, treinamos em casa e acompanhamos com registros simples. O que muda é o que se pratica.

Para quem cuida: treino parental

Metade do trabalho acontece com os adultos da casa. Não é curso de pais — é ajuste fino do que já se faz.

  • Comandos claros: o que funciona melhor do que repetir dez vezes
  • Atenção positiva e elogio específico, não genérico
  • Consequências previsíveis, combinadas antes e não no calor da hora
  • Rotinas visuais e previsibilidade para reduzir o atrito diário
  • O que fazer com a própria raiva do adulto durante a crise
Joyce Boratto, psicóloga infantil e do adolescente, no consultório.
Joyce Boratto · CRP 12/26564

Sobre mim

Prazer, sou a Joyce.

Se você chegou até aqui exausta e achando que já deveria saber o que fazer: você não deveria aguardar mais. Ninguém ensina isso a ninguém. Cuidar de uma criança que sofre não é aprender enquanto acontece.

São 15 anos de atuação na Psicologia, hoje dedicados exclusivamente a crianças, adolescentes e suas famílias. Meu trabalho não é apontar culpados, e sim tornar visível o que vocês já vivem sem conseguir nomear. A partir daí, dá para escolher outro caminho.

Trabalho unindo duas abordagens: a sistêmica, para entender o que se repete entre as pessoas, e a Terapia Cognitivo-Comportamental, para transformar esse entendimento em prática — com estratégias concretas para a criança e para quem cuida dela.

  • Psicóloga inscrita no CRP 12/26564
  • Formação em Terapia Relacional Sistêmica pelo Familiare Instituto Sistêmico, em Florianópolis
  • Formação em Terapia Cognitivo-Comportamental pela Wainer Psicologia, de Porto Alegre
  • 15 anos de atuação na Psicologia
  • Articulação com escolas e com outros profissionais quando o caso pede
  • MBA em Gestão de Pessoas pela UFJF, Universidade Federal de Juiz de Fora/MG — base para o trabalho com equipes

Como funciona

Três passos, nessa ordem.

Você não precisa chegar com o problema explicado. Chegar já é o suficiente.

Passo 01

Primeiro contato

Uma conversa pelo WhatsApp: você conta o que está acontecendo, eu explico como trabalho e vemos juntas se faz sentido seguir.

Passo 02

Encontro com os responsáveis

Antes de atender a criança, escuto quem cuida dela. Levantamos a história da família, montamos o mapa das relações e definimos um foco.

Passo 03

Acompanhamento com a família

Sessões combinadas com a criança ou o adolescente, encontros familiares e devolutivas periódicas para revisar o que mudou e o que ainda não.

Temas atendidos

O que costuma chegar
ao consultório.

Crianças a partir de 3 anos

  • Birras e crises de raiva
  • Medos e ansiedade
  • Dificuldade para dormir
  • Recusa em ir à escola
  • Ciúmes entre irmãos
  • Timidez e retraimento
  • Comportamento na escola
  • Controle de esfíncteres
  • Separação dos pais
  • Chegada de um novo irmão
  • Recomposição familiar
  • Adoção
  • Luto e perdas
  • Adoecimento na família
  • Apoio a famílias com diagnósticos do neurodesenvolvimento

Adolescentes até 18 anos

  • Ansiedade e sobrecarga
  • Conflitos com os pais
  • Queda no desempenho escolar
  • Isolamento e uso de telas
  • Regras, limites e autonomia
  • Imagem corporal e alimentação
  • Relacionamentos e términos
  • Bullying
  • Sofrimento emocional e autolesão
  • Identidade e sexualidade
  • Escolha profissional
  • Guarda compartilhada

O que se busca no processo

Não é um filho “sem problema”.
É uma família que consegue conversar.

Nomear o que sente em vez de explodir — e ser ouvido quando faz isso.
Pais que respondem em vez de reagir, e que param de se contradizer entre si.
Rotina, limite e afeto deixando de ser coisas que competem entre si.
O adolescente voltando a falar: pouco, do jeito dele, mas voltando.
Sair da posição de quem adivinha e passar para a de quem entende o que acontece.
Uma casa com mais previsibilidade e menos noites terminando em choro.

Cada família tem seu próprio ritmo. O trabalho é conduzido caso a caso, sem promessa de resultado ou prazo — o que existe é acompanhamento, avaliação contínua e clareza sobre o que está sendo feito.

Dúvidas frequentes

Antes de mandar mensagem.

Preciso participar de todas as sessões?

Não. A configuração é combinada de acordo com a idade da criança e com o que o caso pede: há encontros só com a criança, só com os responsáveis e encontros familiares. O que não muda é que quem cuida faz parte do processo.

A partir de que idade você atende?

Atendo crianças a partir de 3 anos e adolescentes até os 18. Com os menores, o trabalho acontece bastante através do brincar e com participação frequente da família.

E se só um dos pais concordar com o atendimento?

Para menores de idade, é necessária a autorização de quem detém a guarda. Quando os responsáveis discordam entre si, isso costuma ser um tema do próprio trabalho — e conversamos sobre como conduzir antes de começar.

O que meu filho adolescente conta fica em sigilo?

Sim. O sigilo é garantido por lei e explicado ao adolescente e aos responsáveis logo no início. Ele só é rompido em situações de risco à vida ou à integridade — e, mesmo nesses casos, o adolescente é informado antes.

Você trabalha com sistêmica ou com TCC?

Com as duas, e elas se complementam muito. Fiz formação em Terapia Relacional Sistêmica no Familiare Instituto Sistêmico, aqui em Florianópolis, e em Terapia Cognitivo-Comportamental na Wainer Psicologia, em Porto Alegre. A leitura sistêmica mostra em que relações o problema se sustenta e por que ele se repete; a TCC oferece as ferramentas práticas — nomear emoções, questionar pensamentos, enfrentar medos por etapas, ajustar rotinas e combinados. Entender sem praticar não muda a rotina, e praticar sem entender costuma durar pouco.

Onde fica o consultório?

No Globo Tower, sala 207 — Rua General Liberato Bittencourt, 1475, Estreito, Florianópolis. O prédio fica na parte continental da cidade. Dependendo do caso, também atendo online.

Atende online?

Sim, em atendimento reconhecido pelo Conselho Federal de Psicologia, com adaptações de acordo com a faixa etária. Com crianças pequenas, avaliamos juntas se o formato online é adequado.

Você conversa com a escola?

No atendimento a crianças e adolescentes, quase sempre — sempre com autorização da família. A escola costuma ser uma das principais fontes de informação sobre a criança e uma parceira importante do processo.

Como funcionam valores e frequência?

Os atendimentos costumam ser semanais, com duração de 1 hora. Valores e formas de pagamento conversamos pelo WhatsApp. A nota fiscal para reembolso de plano de saúde e para a declaração do Imposto de Renda pode ser emitida mensalmente ou a cada sessão — combinamos o que for melhor para você.

Primeiro passo

Me conta o que está acontecendo.

Não precisa de texto pronto nem de diagnóstico. Escreva do jeito que der — eu respondo, explico como trabalho e vemos se faz sentido seguir juntas.

Presencial no Globo Tower, sala 207 — Estreito, Florianópolis · Online para todo o Brasil

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